sábado, 2 de julho de 2011
História
domingo, 30 de janeiro de 2011
Pense sobre: Entre filmes e livros
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
FW: Ato Médico: vamos agir rápido
Camilo Freitas Machado
Date: Tue, 14 Dec 2010 14:02:31 -0200
To: psico.milo@hotmail.com
From: contato@atomediconao.com.br
Subject: Ato Médico: vamos agir rápido
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sábado, 28 de agosto de 2010
ContФnuado 4
domingo, 15 de agosto de 2010
ContФnuado 3
Num convento a Madre Superiora acaba de saber que uma jovem foi enviada por seu pai. Antes de a Noviça terminar de falar a Madre completa:
- Contra sua vontade!
- Cruzes Madre de Deus, sabe ante que eu fale!
- Seu rosto fala mais que sua boca filha! Deus a fez assim! Disse a Madre rindo, mas em seguida tornou uma excreção de preocupação no rosto – Essas meninas que vem ao convento são daquelas de “uma semana ou uma vida”!
- Como assim!? Perguntou a Noviça.
As duas saíram do gabinete da Madre e foram caminhando pelos jardins internos do enorme convento.
- Eu aprendi, aqui no convento, com a minha primeira Madre: “Essas que vem forçado ou ficam uma semana, depois fogem, ou se perdem aqui mesmo morrendo de desgosto, ou, ficam a vida inteira, nesse caso se descobrem noviças e depois freiras ou lamentam o resto da vida o amor que foram forçadas a deixar”!
- Ora Madre desculpe a petulância, mas não seria errado resumir a vida das pessoas! Talvez até pecado!
- Ora Noviça, deixe que com os pecados Deus se preocupa! Se viver mos bem, e sermos de bem o pecado não nos incomodará! Ainda tens muito a aprender sobre o enigma de Deus!
Nesse instante as duas chegaram no portão de entrada, onde se via o movimento da capital, crianças correndo e cães no chão. Uma carruagem estava parada, onde estavam esperando um homem corpulento e uma bela moça chorando.
- Tome-a Madre! Cuide desta menina, ela se casará com Jesus aqui!
- Sim senhor! Respondeu a Madre.
- NÃO – gritou a menina – não por favor não!
- Noviça a conduza para dentro! Disse a Madre num tom severo. A Noviça fez como ordenado, porém em sua cabeça pensou “que crueldade deste pai e desta Madre”.
Os dias se passavam e a bela moça ficava aos prantos presa no convento. A opinião da Noviça em relação a Madrasta não mudara. Até em que uma noite chuvosa, um jovem arrancou a moça do convento, assim como o pai da moça havia arrancado esta dos braços do jovem. Porém a Madre não faz nada para impedir a fuga, apenas tentou proteger todas as outras. Esta ao saber o motivo da invasão abriu o portão principal e permitiu que os jovens saíssem. Ao sair a bela moça acenou e agradeceu. Logo a Noviça alcançou a Madre que estava na portão e nervosa perguntou indignada:
- Não lhe entendo Madre! Você permitiu que ela fugisse?!
- Lembra o que eu lhe disse sobre as que vêm forçadas! Essa se foi, fugiu!
- Sim mas Deus a queria aqui, não? Do contrário o pai não a traria aqui!
- Ninguém sabe a vontade de Deus para si, nem o pai dela, o que Deu queria para ela! Então procuramos viver bem e ser de bem! A isso chamo de mistério, arcano, a magia, o enigma da fé! Quem sabe deus não queria que ela fosse se casar ter filhos e que estes fossem pessoas de bem!
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Um Amor de Circo
Apesar de eu defini-lo como infantil/infanto-juvenil, eu mesmo ao ler curti a história. Um dos propósitos da divulgação aqui é sobre as críticas. Disponho aqui as primeiras páginas do livro. Para mais informações, a venda do livro está disponível nesse link (http://clubedeautores.com.br/book/27194--Um_Amor_de_Circo). Apenas é necessário o cadastramento no site

CAPÍTULO I
A apresentação difícil
domingo, 8 de agosto de 2010
ContФnuado 2
Naquela data fatídica, a noite já havia caído, o vento já a muito esfriara e nós ainda estávamos sozinhos no píer, quando ouvimos o ranger das botas dele na madeira. O pai dela vinha enfurecido. Arrancou ela de meus braços e com uma faca abriu um corte em meu braço. Eu estava sem saída e desarmado, e, matá-lo não era uma opção. Pulei na água e fugia a nado, dias mais tarde soube que minha amada havia sido mandada a um convento. Daí para frente foi fácil, segui ela até seu claustro e a tirei de lá, como seu pai a havia me tirado dos braços.
Fugimos para a capital, e vivemos durante muito tempo sem sermos importunados pelo seu pai. Eu via que isso a machucava pois era seu pai, até que um dia a herança nos alcançou. O mensageiro disse: “seu pai morreu esta manhã”, e o alívio se misturou com a dor. Voltamos e moramos durante o resto de nossas vidas ou melhor do resto da vida dela, pois fiquei viúvo no alto dos meus 50 anos. Desde então voltou ao píer, e lá fico um tempo desvairado em minhas lembranças. Meu médico disse que isso pode ser doentio, eu acho que é isso que me move, ir e voltar ao, no, do píer.