sábado, 28 de agosto de 2010
ContФnuado 4
domingo, 15 de agosto de 2010
ContФnuado 3
Num convento a Madre Superiora acaba de saber que uma jovem foi enviada por seu pai. Antes de a Noviça terminar de falar a Madre completa:
- Contra sua vontade!
- Cruzes Madre de Deus, sabe ante que eu fale!
- Seu rosto fala mais que sua boca filha! Deus a fez assim! Disse a Madre rindo, mas em seguida tornou uma excreção de preocupação no rosto – Essas meninas que vem ao convento são daquelas de “uma semana ou uma vida”!
- Como assim!? Perguntou a Noviça.
As duas saíram do gabinete da Madre e foram caminhando pelos jardins internos do enorme convento.
- Eu aprendi, aqui no convento, com a minha primeira Madre: “Essas que vem forçado ou ficam uma semana, depois fogem, ou se perdem aqui mesmo morrendo de desgosto, ou, ficam a vida inteira, nesse caso se descobrem noviças e depois freiras ou lamentam o resto da vida o amor que foram forçadas a deixar”!
- Ora Madre desculpe a petulância, mas não seria errado resumir a vida das pessoas! Talvez até pecado!
- Ora Noviça, deixe que com os pecados Deus se preocupa! Se viver mos bem, e sermos de bem o pecado não nos incomodará! Ainda tens muito a aprender sobre o enigma de Deus!
Nesse instante as duas chegaram no portão de entrada, onde se via o movimento da capital, crianças correndo e cães no chão. Uma carruagem estava parada, onde estavam esperando um homem corpulento e uma bela moça chorando.
- Tome-a Madre! Cuide desta menina, ela se casará com Jesus aqui!
- Sim senhor! Respondeu a Madre.
- NÃO – gritou a menina – não por favor não!
- Noviça a conduza para dentro! Disse a Madre num tom severo. A Noviça fez como ordenado, porém em sua cabeça pensou “que crueldade deste pai e desta Madre”.
Os dias se passavam e a bela moça ficava aos prantos presa no convento. A opinião da Noviça em relação a Madrasta não mudara. Até em que uma noite chuvosa, um jovem arrancou a moça do convento, assim como o pai da moça havia arrancado esta dos braços do jovem. Porém a Madre não faz nada para impedir a fuga, apenas tentou proteger todas as outras. Esta ao saber o motivo da invasão abriu o portão principal e permitiu que os jovens saíssem. Ao sair a bela moça acenou e agradeceu. Logo a Noviça alcançou a Madre que estava na portão e nervosa perguntou indignada:
- Não lhe entendo Madre! Você permitiu que ela fugisse?!
- Lembra o que eu lhe disse sobre as que vêm forçadas! Essa se foi, fugiu!
- Sim mas Deus a queria aqui, não? Do contrário o pai não a traria aqui!
- Ninguém sabe a vontade de Deus para si, nem o pai dela, o que Deu queria para ela! Então procuramos viver bem e ser de bem! A isso chamo de mistério, arcano, a magia, o enigma da fé! Quem sabe deus não queria que ela fosse se casar ter filhos e que estes fossem pessoas de bem!
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Um Amor de Circo
Apesar de eu defini-lo como infantil/infanto-juvenil, eu mesmo ao ler curti a história. Um dos propósitos da divulgação aqui é sobre as críticas. Disponho aqui as primeiras páginas do livro. Para mais informações, a venda do livro está disponível nesse link (http://clubedeautores.com.br/book/27194--Um_Amor_de_Circo). Apenas é necessário o cadastramento no site

CAPÍTULO I
A apresentação difícil
domingo, 8 de agosto de 2010
ContФnuado 2
Naquela data fatídica, a noite já havia caído, o vento já a muito esfriara e nós ainda estávamos sozinhos no píer, quando ouvimos o ranger das botas dele na madeira. O pai dela vinha enfurecido. Arrancou ela de meus braços e com uma faca abriu um corte em meu braço. Eu estava sem saída e desarmado, e, matá-lo não era uma opção. Pulei na água e fugia a nado, dias mais tarde soube que minha amada havia sido mandada a um convento. Daí para frente foi fácil, segui ela até seu claustro e a tirei de lá, como seu pai a havia me tirado dos braços.
Fugimos para a capital, e vivemos durante muito tempo sem sermos importunados pelo seu pai. Eu via que isso a machucava pois era seu pai, até que um dia a herança nos alcançou. O mensageiro disse: “seu pai morreu esta manhã”, e o alívio se misturou com a dor. Voltamos e moramos durante o resto de nossas vidas ou melhor do resto da vida dela, pois fiquei viúvo no alto dos meus 50 anos. Desde então voltou ao píer, e lá fico um tempo desvairado em minhas lembranças. Meu médico disse que isso pode ser doentio, eu acho que é isso que me move, ir e voltar ao, no, do píer.
sábado, 7 de agosto de 2010
ContФnuado 1

Uma forma de conto experimental: “ContФnuado”
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Já que quero críticas e discussões lá vai!
Sobre a crítica rapidamente. Essa se baseia em valores, um conhecido falava algo como "todos somos preconceituosos". Claro pois nosso preconceito são nossos valores. Se de antemão algo vai contra suas crenças, mesmo que não conheça esse "algo", a resposta provavelmente não será de uma "boa recepção". Pois bem, exposto isso, colocamos a crítica como transmissão de valores, assim todos podem ou tem possibilidade de ser crítico, no caso opinativo: "gostou da cor da parede?" "não, é clara demais". A crítica proficional surge de parâmetros mais longitudianis, onde o crítico se baseia pelo prazer e o belo, acaba por usar critérios contextuais de espaço e tempo, o crítico de arte acaba sendo (assim como o artista) um ponto de referência e convergência social, que registra e demarca a estética corrente difundindo e sendo uma espécie de araudo dizendo "aí vem o rapsambado". (referencial de refleção e citação: Costa, Cristina, Livro: questões de arte, editora Moderna, 2004).
Algo que acredito ser difícil ao crítico é esse "mundo sem fronteiras" e que o mundo ficou muito maior e mais rápido, no aspecto de pluralidade e produção."Nunca na história (desse país)" e do mundo se observou uma diversidade de produtos e uam facilidade de acesso, mas junto a isso nunca houve tanta produtividade, e dependendo da situação facilidade de produzir. Por outro lado o mundo ficou muito menor, se vislumbrar as comunicações. Esse contexto levanta outra situação, a "insuficiencialidade" do ser humano (algo que irei expor em outra oportunidade.
Aqui temos o seguinte quadro, o artista em sua individualidade expressa seu contexto, do qual faz parte, imagine isso num mundo do tamanho da europa (renascentismo e idade média) e imagine isso hoje no "mundo sem fronteiras" (sei que isso me soa como uma propaganda...tcham... ou "tim").
Acredito que uma crítica "bem feita" não fica no "sim", "não", ou "gostei" ou melhor ainda "uhum". Uma crítica para ser aproveitada por mim gira em torno de "sim, gostei, acho que isso ficou bom por causa disso daquilo, parara etc etc, e isso não ficou bom, na verdade ficou horrível, talvez um melhor jeito de fazer seja de cabeça para baixo".
A idéia inicial!
Sugestões, comentários e etcéteras são bem vindos.